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quarta-feira, 6 de março de 2013

Dicas (f)úteis pra cabelos vermelhos.


Nos ultimos seis meses meu cabelo se tornou um assunto corriqueiro no meu dia-a-dia (já vou avisando que este post será sobre cabelo e se for futilidade demais pra você é só clicar no X alí em cima). As pessoas me param na rua pra perguntar sobre minha cor e eu recebo emails e mensagens no facebook diariamente sobre como deixar meu cabelo nesse tom. 

Em outubro de 2011 eu fiz esse post contando as minhas aventuras com meu cabelo. Foi nessa época que eu voltei meu cabelo pro vermelho e tenho mantido-o vermelho desde então. Na época eu passei um tom de vermelho bem discreto pois não queria descolorir o cabelo e nenhum vermelho ficar chamativo em cabelo escuro. De lá pra cá eu fui só intensificando a cor até chegar num vermelho cereja que eu estou amando, mas que dá um trabalho enorme.
Essa era a cor em outubro de 2011, um vinho escuro.
 
Desde agosto de 2012 ele tá assim

Nessa o flash fez o vermelho ficar mais claro.
Então vamos lá, a pergunta mais frequente é como eu consegui chegar nesse tom. Bom, eu sempre tive pavor de descolorir o cabelo, as duas vezes que eu tentei ele ficou todo manchado e sem contar que descolorante frita o cabelo todo. Então eu nunca mais arrisco fazer isso sem ajuda profissional e como eu ainda não enriqueci, retocar a raiz no cabeleireiro com frequência é algo fora de cogitação. Então, depois de muitos meses procurando na internet qual era a melhor solução pra deixar meu cabelo no tom que eu queria sem ter que usar descolorante, eu conheci essa tinta aqui:

No inicio eu usava a cor Red, mas depois eu mudei pra Red Hot porque tava achando a Red muito laranjada. Essa tinta clareia o cabelo sem precisar descolorir. Cabelos castanhos reagem super bem à ela, fica super vermelho já na primeira passada. É necessário usar com água oxigenada (eu uso a da Loreal mesmo pois achei mais seguro não misturar marcas), o que quer dizer que contem sim descolorante na formula. Mas a quantidade de descolorante é segura e não frita o cabelo, fora que se você aplicar direitinho não há riscos de manchar o cabelo. Pra cabelos muito longos ou cheios eu recomendo dois tubos. Aqui na Holanda não vende essa tinta, então eu encomendo do Amazon UK e custa 5 libras por tubo. Existem outras marcas que têm o mesmo efeito, é só procurar no Google pra ver qual é mais acessível. 

Mas essa tinta é só mesmo pra deixar o cabelo super vermelho sem precisar descolorir. Ela não tem uma cor muito bonita na minha opinião, por isso preciso passar um tonificante pra chegar na cor que eu gosto. Eu escolhi usar uma tinta vegetal (ou tinta fantasia) porque não danifica o cabelo e é mais fácil de usar do que as tintas permanentes. Eu escolhi a marca Directions só por conveniência mesmo, só porque é a unica marca que vende numa loja perto da minha casa e todas as outras marcas de tinta vegetal precisam ser encomendadas pela internet (a Holanda é um cocô pra encontrar produtos "alternativos"). Como eu não gosto nem de cabelo laranjado e nem daquele tom magenta meio rosa, eu faço uma combinação de duas cores: 


Então, a minha cor é na verdade uma mistura de três tons, o da tinta Loreal e os dois da Directions, cada potinho de Directions sai por 7 euros e nem vem tanto, então se você tiver como comprar uma outra marca mais acessível, eu recomendo. A segunda coisa que as pessoas me perguntam é como eu faço pra manter a cor, já que vermelho desbota como se não houvesse amanhã. A raiz eu faço a cada dois meses mais ou menos (com a tinta da Loreal). Como dá muito trabalho, eu espero até ter pelo menos uns dois dedos de raiz pra valer a pena. Daí, uma vez por mês eu retoco a cor com a Directions. Como a tinta não prejudica o cabelo, você pode retocar toda semana se quiser, mas aí não vai sair tão barato assim. O melhor de tinta vegetal é que não estraga depois de aberta e pode ser guardada se sobrar. Outra coisa linda é que dá pra misturar no condicionador ou máscara pra cabelos e aí você coloca pigmentos vermelhos no cabelo toda vez que lava a cabeça. E é isso que eu faço, coloco um pouco da minha mistura dos dois tons de Directions na minha máscara e uma vez por semana eu faço hidratação/banho de brilho no cabelo. Assim a cor fica sempre viva e vibrante. Outra dica crucial é usar um bom shampoo pra cabelos tingidos, assim evita um desbotamento desnecessário. E uma dica importante, quanto menos você lavar o cabelo, mais a cor vai durar. Eu lavo meu cabelo no máximo três vezes por semana e se puder eu lavo menos e de preferência em água morna quase fria, água quente ajuda a desbotar mais rápido. 

E a ultima coisa que todo mundo quer saber é como eu mantenho meu cabelo sempre macio, brilhante e não danificado pela tinta. Olha, vou ser bem sincera, a genética ajuda muito, nunca tive problemas com meu cabelo e ele sempre fica do jeito que eu quero sem o menor esforço. Mas como eu já disse, além de lavar com shampoo e condicionador pra cabelos tingidos (uso um da serie Professionals da Wella), eu dou hidratação/banho de brilho toda semana ou a cada 10 dias, depende de como anda meu tempo. Uso uma máscara da Loreal também pra cabelos tingidos, mas mudo frequentemente de marca de acordo com as promoções da drogaria. Depois de lavado, a úncia coisa que uso é uma maravilha chamada óleo de Argan, espalho uma gota generosa nas mãos e passo no cabelo todo e deixo secar naturalmente. Raramente uso sacador, chapinha, gel, spray ou qualquer outro produto ou aparelho quente. Deixo meu cabelo o mais natural possível. E ele seca assim, do jeito que está nas fotos aí em cima. Quando eu era pequena ele fazia caixinhos, mas com o tempo ele foi fazendo cada vez menos caixos e hoje em dia ele faz só umas ondas mesmo. O que eu acho ótimo, pois assisto umas "beauty gurus" no youtube, tipo a Julia Petit, e vejo que elas passam um tempão usando aparelhos e gastando produtos pra deixar o cabelo igualzinho ao meu hahaha. 

Enfim, é isso aí. Espero que agora eu possa simplesmente mandar esse link pras pessoas que me perguntam sobre o meu cabelo, ao invés de ter que explicar tudo de novo praticamente todo dia. Mas se você decidir ter o cabelo com uma cor tão forte assim, existem algumas coisas que você precisa saber:
1) Cabelo vermelho é um hobby, toma tempo, dinheiro e atenção. Tem que ter paciência e gostar de todo o processo. Se alguma dessas coisas não combina com você, é melhor nem começar. 
2) Aprenda a lidar com o fato de que tudo que te pertence vai ficar manchado. O banheiro, suas toalhas, suas fronhas, suas roupas claras, suas unhas, etc. Se chover a cor do cabelo vai escorrer pelo seu rosto e corpo e até seu suor vai fazer as coisas ficarem manchadas.
3) Você vai ter que aprender que todo mundo vai olhar pro seu cabelo e muita gente vai te parar na rua pra falar sobre ele. Tem gente que só olha e segue com a vida deles, outros encaram tanto que você fica até desconfortável. Algumas pessoas te param pra perguntar sobre a cor, outras pra criticar e falar coisas idiotas pra você e outras pessoas te param pra elogiar. Ah, e você também vira ponto de referência, tipo: "Atrás daquela menina do cabelo vermelhão alí". 

Mas se você estiver disposta a conviver com tudo isso, vá com fé porque o resultado é lindo e vale super a pena! Eu estou amando o meu e pretendo mante-lo assim por bastante tempo. Talvez quando eu começar a procurar estágio eu vou ter que procurar um tom mais natural, mas por enquanto eu vou aproveitar meu vermelhão cereja porque eu acho ele lindo! Se quiser mais informações sobre cabelos vermelhos, entre aqui pois foi aonde eu consegui a maior parte das minhas informações. E se divirta mudando sua cor...


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Eu não morri! uhu \o/

No meu ultimo post eu contei que tava doente. Teve gente que achou que eu tava de frescura e mimimi, mas a verdade é que eu raramente fico doente. Tipo uma ou no máximo duas vezes por ano eu costumo pegar um resfriado bobo, fico com a garganta inflamada, peito cheio, nariz escorrendo, mas isso é o máximo que acontece e normalmente não dura nem dois dias. Mas dessa vez o bicho pegou, eu fiquei de cama mesmo, com um febrão que muitas vezes chegou aos 39ºC. A ultima vez que eu tive febre foi em 2009, quando eu ainda morava na Bélgica (eu lembro direitinho pois ficamos apavorados porque eu ainda não tinha plano de saúde na época) e eu nem lembro quando foi a ultima vez antes dessa. 

Até hoje de manhã eu ainda tava queimando de febre e já estava pensando em pedir minha sogra pra me levar ao hospital, afinal febre alta por três dias seguidos não é um bom sinal, né? Eu tomei tanto remédio nos últimos dias que minha boca tá com um gosto super estranho e não passa nem escovando os dentes. Também passei esses dias todos sem conseguir comer porque tudo voltava, ficava morrendo de fome, comia e vomitava logo em seguida. Ontem a noite o marido fez uma sopa de tomates deliciosa pra mim, mas eu não consegui segurar nem duas colheradas na barriga. Hoje a mesma coisa no café da manhã. 

Lá pra hora do almoço eu tomei um banho e comecei a me sentir melhor. Esquentei um prato de sopa e ele ficou quietinho dentro da barriga. Agora até comi uma fatia de pão com geleia e não voltou nada. Sem contar que a febre foi embora e não voltou mais. Espero que isso seja um sinal de que a gripe se foi de vez e já vai tarde. Ainda to tossindo muito, mas isso é normal e deve durar mais alguns dias. 

Acabei perdendo quatro aulas super importantes porque não tinha condições de ir à faculdade, espero conseguir ir à aula de amanhã. Os últimos quatro dias foram da cama pro sofá e do sofá pra cama. Só saí de casa uma vez ontem, bem rapidinho, pra ir à farmácia comprar mais remédio. Ia pedir minha sogra pra comprar pra mim, mas todo mundo tava falando que eu deveria fazer um esforço e tomar um ar fresco. Não fiquei fora nem meia hora e já voltei morrendo. Ar fresco uma ova!

Pelo menos a energia voltou agora a tarde e eu já fiz um tanto de coisa que eu nunca tinha tempo pra fazer. Passei uma pilha de roupas, pintei o cabelo (que já estava num tom que eu não sei definir, um laranja amarelado, sei lá. Não pintava desde o início de dezembro), li umas coisas pra faculdade, arrumei cozinha, etc. Estou me sentindo super útil de novo, não sou mais uma couch potato e nem me sinto mais como uma ameba. Então, eu não morri e a vida continua. Agora é correr atrás das matérias que perdi durante esses dias e tratar de nunca mais ficar doente desse jeito :-)

Ah sim, eu tinha comentado que o marido também tava doente. Bom, ele sim teve só um resfriado bobo e na terça ele já tava 100%. Mas como ele não podia faltar ao trabalho, não teve como ele ficar em casa me paparicando. Mas pelo menos ele pode fazer janta e arrumar a cozinha à noite hahaha.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Gripe duzinfernu!

To doente! Passo o inverno todo esbanjando saúde e agora que está no finalzinho, quase primavera já, eu fico doente. E o pior de tudo, o marido também tá. Isso quer dizer que nada de dengo e mimo pra mim porque ele não tá afim de ficar me paparicando e eu não to afim de paparicar ele. Aí fica essa nhaca de cada um largado pra um lado no sofá, sem ir pra academia, sem arrumar a casa e nem a cozinha e comendo sopa pronta de pacote. Nos revesamos pra fazer chá e só. Tá tudo uma zona e eu estou no ponto mais alto do meu mau-humor. E tudo isso na primeira semana de aula do terceiro bloco, logo a semana em que os professores explicam tudo que vai acontecer durante o bloco e os grupos são divididos pra trabalhar nos projetos. Então nada de ficar mofando em casa esperando a gripe passar, senão eu me fuuuuuuuuu. 

Bem assim
Enfim, só queria vir aqui compartilhar que estou morrendo e o mundo é um lugar feio e sujo e não tem ninguém pra tomar conta de mim, afinal meu único enfermeiro está na mesma condição e isso não é justo!






















*gente, não fiquem bravos comigo. Prometo que o próximo post será mais animadinho.....ou não...*

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Acho que voltei...

Aqui estou eu, carniça pura depois de uma semana inteira de provas na faculdade. Essa foi a semana mais puxada da minha vida! Foram cinco provas, uma atrás da outra e mais apresentação de final de projeto. Estou moída. E semana que vem ainda tenho que fazer recuperação de uma matéria do primeiro trimestre que eu não passei. Já mencionei que odeio Marketing? Então, odeio! Pelo menos eu já recebi o resultado de duas dessas cinco provas e passei nas duas com notas lindas. Mas anyway, chega de falar de escola...

Então, hoje no intervalo entre uma prova e outra um dos meus colegas, que deve ter uns 20 anos, disse o quanto ele adorou ter ido assistir Jurassic Park 3 (nem vou dizer que acho esse filme uma bosta, porque né) no cinema quando ele era pequeno. Eu fiquei encafifada porque eu lembro que fui assistir o primeiro Jurassic Park (esse sim é um crrrrraaaaaaaassico!) quando tinha uns 10 anos. 

Então eu fui pesquisar pra saber, porque eu não sou mulher de ficar com a pulga atrás da orelha. Foi aí que a tristeza bateu, foi quando eu descobri que o primeiro Jurassic Park é de 1993 e eu tinha precisamente 10 anos quando fui ver no cinema. Dá pra imaginar isso? Esse ano são exatos 20 anos que o filme foi lançado. Já o Merdassic Park 3 foi lançado em 2001 e meu colega de sala já se sente nostálgico em relação ao filme.

Aí me veio outra pulga, como assim esses pirralhos (olha como eu sou petulante) já conseguem sentir nostalgia em relação a algo que tem pouco mais de 10 anos. Então me lembrei que o primeiro Senhor do Anéis também foi lançado em 2001 e eu já morro de nostalgia por causa dele. Isso sem lembrar que O Retorno do Rei  saiu em 2003. Puta que na merda! Já tem 10 anos que a trilogia acabou...afff.

Ai, enfim, entrei em um leve paniquinho básico com a ideia de como o tempo passa rápido. Mas enfim, também me bateu uma felicidade básica de um dos marcos da minha vida foi ter visto o primeiro Jurassic Park no cinema quando eu era pequena e não o terceiro hahahaha. 

Pois então, acho que estou pronta pra voltar com o blog. Não sei com que frequência vou conseguir escrever, mas vou tentar manter essa budenga aqui mais atualizada...então, se quiser pode passar aqui mais vezes :-)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Adeus? Será? Não sei...

Ano novo, vida nova e vários pacotes de whiskas sache pra todos! 

Acho que todos os dois leitores desse blog repararam que ele anda meio abandonado desde que começei a fazer faculdade. A verdade é que além da falta de tempo, eu ando extremamente sem inspiração e sem vontade de escrever aqui. Aí eu fico me forçando a escrever qualquer coisa porque fico sentindo que tenho obrigação de fazê-lo, mas a verdade é que eu não ando afim mesmo. Então vou dar um tempo daqui. 

Não vou cancelar o blog de vez porque pode ser que num futuro (talvez não muito distante) eu volte a sentir vontade de escrever novamente. Mas por enquanto vou deixar como está e parar de me forçar a escrever mesmo sem estar com vontade. Afinal, nem creio que alguém vai sentir falta das minhas baboseira anyway. 


Enfim, obrigada pela audiência e quem sabe até a próxima....

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Pessoas vem e vão...

Então, nem vou começar esse texto pedindo desculpas pela minha ausência do blog porque né, ta ficando muito batido isso. Todo mundo sabe que eu ando atolada com a faculdade e blábláblá whiskassache....

Enfim, hoje eu senti a necessidade de vir aqui pra falar de algo que aconteceu ontem e me deixou meio tristinha. Nesses quatro meses que estou na faculdade eu não gosto de uns 40% dos meus colegas de sala, tem uns 30% que são meio que indiferentes pra mim, quer dizer, ainda não formei uma opinião sobre eles porque ainda não os conheço direito, mas eles também não me irritam. O resto dos colegas são até legais, eu consigo bater um papo com eles mesmo com a nossa diferença de idade e o mais importante, eu consigo trabalhar muito bem com eles nos projetos em grupo. Mas de todos os 19 alunos da minha sala (contando comigo), tem só uma única com quem eu tive um 'click' imediato e desde o inicio eu já sabia que a convivência nos tornaria amigas de verdade.  

Desde o inicio do curso em setembro, seis alunos já desistiriam. Dois foram um alívio porque eram do tipo de aluno peso morto e eu estava com medo de precisar trabalhar com essas pessoas em um projeto em grupo. Fora que uma delas era uma pessoa extremamente irritante, achava tudo muito trabalho e não queria fazer nenhum tipo de esforço. As outras pessoas que desistiram eu mal cheguei a conhecer. O problema disso tudo é que eu meio que fico aliviada quando alguém que eu não gosto ou que não quero ter que fazer projeto junto acaba desistindo, afinal além de ser menos uma pessoa irritante na sala ainda é menos uma pessoa competindo comigo no mercado de trabalho. Mas a gente nunca imagina que pessoas que gostamos ou que trabalhamos bem juntos também podem desistir do curso. Pensamos ainda menos na possibilidade da unica pessoa com quem temos afinidade o suficiente pra construir uma amizade, pode ser a próxima que vai desistir do curso. 

E foi exatamente isso que aconteceu, essa menina que eu tanto gosto avisou ontem que iria desistir desse curso e seguir carreira em jornalismo. Eu super respeito a decisão dela, mas eu fiquei meio triste. Porque tinha que ser logo ela? Tanta gente idiota e/ou inútil na sala, tinha que ser logo ela? E o pior de tudo é que ela mora em outra cidade, significa que iremos continuar a ter contato pela internet mas com o tempo com certeza iremos perder o contato. Lá se vai uma boa oportunidade de construir uma amizade. 

Mas na verdade eu nem sei precisamente o porque fiquei tão triste com essa notícia, afinal na minha vida todo mundo vai e vem. Já fazem quase cinco anos que não vejo meu amigos do Brasil e acho que mais da metade deles nem notam a diferença, pois não fazem questão nem de manter contato pela internet. Nesses mais de quatro anos que moro na Holanda já fiz amizade com gente que voltou pro Brasil e que eu nunca mais vi na vida. Acho que sempre vou ter esse medo de me apegar demais à alguém e essa pessoa decidir ir embora, o que é meio hipócrita porque os amigos do Brasil com quem eu ainda mantenho contato dizem que eu é que os abandonei (tá, eles falam brincando). Não sei porque eu fiquei triste, mas sei que eu precisava vir aqui contar que fiquei triste...vai entender. 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Chega de mimimi!

Vamos direto ao ponto, cansei de mimimi!!!!

Tudo quanto é lugar eu só vejo gente reclamando da vida. E o pior, reclamando de coisas tão imbecis. To cansando dessa mentalidade 'classe média sofre'. Outro dia passei horas dando unfollow num povo do twitter e do facebook. Todo mundo que escreve mais de uma reclamação sem motivo por dia recebeu um unfollow e a limpa ainda está em andamento. Pretendo manter minhas mídias sociais limpas de gente que acha que apesar de ter tudo na vida, ainda se acha vítima do mundo. Não dou conta de gente assim, só sabe reclamar das coisas mas nunca toma uma atitude para modificar aquilo que está incomodando. Existe diferença entre ir reclamar sobre algo específico pra poder desabafar e passa o dia todo reclamando das coisas. Tem gente que reclama quando chove e quando o tempo tá seco, quando faz frio e quando faz calor, e por aí vai. Tudo bem, reclamar é grátis e faz bem, mas quando reclamar se torna um estilo de vida a coisa enche o raio do saco. E agora que estou aqui digitando esse texto, eu percebo que estou sendo hipócrita e fazendo exatamente a mesma coisa ao vir aqui reclamar de gente que reclama. Então, ao invés de continuar reclamando da vida e das pessoas reclamonas, aí vai um vídeo de um gatinho cantando o tema da série Game of Thrones. Por que? Porque eu achei uma das coisas mais legais que já vi nos últimos tempos...


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Farofa linguística....

Oi, meu nome é Liss e eu sou fluente em quatro línguas. Isso soa tão legal, né? Soa tão impressionante. Mas a realidade é que isso dá um trabalho enorme! Ser fluente em línguas que você usa pouco é uma coisa, agora ter que usar quatro línguas diferentes TODOS OS DIAS é algo bem complicado. A cabeça dá nó, sério mesmo. As palavras mais simples desaparecem da sua cabeça e por algum motivo desconhecido da humanidade você lembra dessa palavra em todas as outras línguas menos na que você precisa, lógico. 

Funciona assim, eu penso em português duh, além de que pelo menos 50% do tempo que passo na internet é lendo ou escrevendo em português (assim como estou fazendo agora hehe) e me comunico com alguns amigos por aqui também em português. Na rua, na faculdade, com a família do marido, etc, eu só falo holandês, além de ter que ler e escrever textos acadêmicos em holandês todos os dias. E em casa é só inglês, primeiro porque acho super estranho mudar de língua com o marido (afinal, quando a gente se conheceu eu ainda não falava holandês e a gente só conversava em inglês), então eu só falo holandês com ele quando estamos entre outros holandeses. Segundo porque eu acho importante manter meu inglês afiado, já que ele é mil vezes mais importantes no mundo do que o holandês. E terceiro porque eu acho muita folga pro marido eu ter que falar uma terceira língua dentro de casa e ele até hoje não se deu ao trabalho de aprender o português. Além disso, pelo menos 40% (o resto é dividido entre holandês e espanhol) do meu tempo na internet é com coisas em inglês. E desde setembro passado eu comecei a usar o espanhol diariamente. Eu não sou tão fluente em espanhol quanto nas outras três línguas, principalmente porque não sei tanto de gramática quanto deveria, mas na faculdade temos direito de escolher duas matérias por trimestre (expliquei o sistema de trimestres aqui) que não tem nada a ver com o nosso curso, então escolhi espanhol como uma delas pra finalmente aprender a gramática corretamente. Mas tirando a construção gramatical, eu consigo sim entender praticamente tudo que ouço ou leio em espanhol e consigo também ter conversas curtas. Agora estou aprendendo a ter conversas longas hahaha.

Eu falo inglês desde que mais ou menos meus nove aninhos. Com essa idade eu já tinha decorado todos os diálogos do filme My Girl (ou meu primeiro amor, bleh). Eu era tão fissurada em aprender a língua que eu pegava letras de música e traduzia palavra por palavra com um dicionário. Sempre odiei filmes e séries dublados, só assistia se fossem legendados e com o tempo até as legendas eu passei a odiar. Quando eu tinha uns 13 anos eu comecei a ganhar uma graninha com traduções e por volta dos 16 eu já arriscava dar umas aulinhas particulares. Passei grande parte da minha vida "pré-Holanda" ensinado inglês tanto pra crianças quanto pra adultos. E o detalhe, eu nunca realmente estudei inglês, tive um ano de aula no ensino médio, mas lá só ensinavam coisas super básicas como o verbo To Be, e nessa época eu já estava ensinando a língua então não foi muito útil pra mim. Portanto eu aprendi tudo que sei sozinha. Assim como meu espanhol, mas como a gramática do espanhol é milhares de vezes mais complicada do que a do inglês, eu sempre tive problemas nessa área. Morando na Holanda e usando inglês todos os dias, eu me desenvolvi tanto na língua a um ponto que me sinto tão confortável quanto com o português, até sonho em inglês com certa frequência. 

Holandês foi a única língua que eu estudei na vida (até o momento), aprendi do zero com cursos e métodos tradicionais (já que o assortimento de boas música, filmes e séries na língua é tão escasso). Em mais ou menos três anos eu me tornei fluente o suficiente pra ser aceita na faculdade. Eu consigo me comunicar direitinho, consigo entender sem problemas e até traduzo bem. Mas ainda estou longe de me sentir confortável com a língua. Até com espanhol que eu não domino tão bem quanto o holandês, eu me sinto mais confortável. 

Mas a verdade é que, eu nunca imaginei que algum dia diria isso mas, eu entendo bem o que acontecia com a Luciana Gimenez quando ela dava pala no programa e usava a desculpa de que fala várias línguas. É difícil admitir isso mas ela estava falando a verdade. É assim mesmo que acontece e não é só comigo e sim com todas as pessoas que eu conheço que precisam usar várias línguas diferentes todos os dias. Jamais imaginei que um dia eu me identificaria com aquele ser chamado Luciana Gimenez. Mas essa é a verdade de gente que é obrigado a ser poliglota diariamente, por mais que você fale bem todas as línguas, sempre vai soltar umas merdas nada a ver, esquecer palavras, fazer traduções sem o menor sentido e passar vergonha de tanto dar pala por aí. 

Só um pequeno exemplo de como nossa cabeça começa a funcionar depois de algum tempo:

-Então, a gente precisa salvar dinheiro pra poder viajar
-Salvar dinheiro? De que? Ele está em perigo?
-hahahaha, não, economizar, juntar dinheiro hahahahah tô pensando no inglês, save money hahahah

E esse é só um leve exemplo de como a cabeça vira uma farofa linguística depois de algum tempo vivendo em outro país e usando tantas línguas ao mesmo tempo hehehe. Alguém mais também passa por isso? Eu sei que os expatriados passam, mas e os que moram no Brasil mas que também usam mais de uma língua com frequência? Eu fico super curiosa como outras pessoas lidam com o fato de falar várias línguas. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Estudos, sushis e hospedes felinos

Hoje eu venho por meio deste blog declarar que eu sobrevivi ao primeiro trimestre da faculdade! Segunda passada eu tive minhas ultimas provas e hoje passei o dia todo procrastinando porque tenho até o final da semana sem nada pra estudar e isso é tão gostoso.

Deixa eu explicar um pouco como funciona os sistema de trimestres da faculdade (já que tem um tanto de gente que me pergunta isso todos os dias). Funciona assim, o ano é dividido em quatro blocos e cada bloco em dez semanas. Dessas dez semanas, oito são de aulas, uma pra estudar em casa e terminar e entregar os trabalhos e projetos pendentes e uma só de provas. Normalmente tem também uma semana de "férias" no meio, coloco entre aspas porque não creio que existem muitas pessoas que conseguem relaxar e curtir as férias sabendo que daí duas semanas começam as provas. Aí cada dez semanas começa um novo bloco, com novas matérias, novos professores e um horário escolar novo. 

Nesse bloco eu tive muitas matérias práticas, então a maioria delas são avaliadas com trabalhos. Eu tive duas matérias teóricas, Marketing e Introdução à Comunicação e essas duas foram avaliadas com provas. Pra estudar pras provas eu tive que ler dois livros enormes em holandês e também assistir à vários documentários de mais de uma hora cada um, fora o tanto de slides de PowerPoint que o professor apresenta durante as aulas. Então passei de mais ou menos quatro semanas estudando como nunca estudei na vida, passando por volta de seis horas diárias, inclusive finais de semana, fazendo resumos dos livros, mindmaps dos slides, repassando os termos com o maridoncio, fazendo anotações sobre os documentários e tudo mais que devemos fazer quando queremos tirar uma nota boa na prova. Nunca em toda a minha vida eu levei os estudos tão à sério, na verdade até eu começar a fazer cursinho pré-vestibular, eu nunca levei os estudos nenhum pouco à serio. Mas como eu aprendi da maneira mais complicada possível que fingir que to estudando não serve pra nada, eu resolvi que é melhor pegar pesado por quatro anos e dar o melhor de mim pra não só passar nas matérias mas também aprender tudo que for necessário pra me dar bem na carreira que pretendo construir muito em breve. 

O meu problema é que por mais que eu estude e faça tudo direitinho, eu nunca me sinto preparada de verdade pra prova nenhuma, por isso eu odeio provas e prefiro mil vezes ter meu conhecimento avaliada por trabalhos e projetos. Eu entendo a matéria toda, decoro os termos importantes, associo o que preciso saber com exemplos e saio de casa confiante que vou fazer uma boa prova. Aí eu abro a prova e me dá um branco fudido, eu começo a ficar nervosa, vai me dando uma vontade de chorar. Mas a medida que eu vou sabendo responder algumas perguntas o nervosismo vai passando e eu vou conseguindo fazer a prova sem vomitar em cima dela. E lógico que eu sou do tipo que vai correndo no livro pra ver se eu acertei a resposta daquela pergunta. Eu não sou do tipo que precisa tirar um notão e muito menos ser a melhor da sala, eu me contento com uma nota suficiente pra passar na matéria e não precisar repetir tudo. Enfim, agora é esperar duas semanas pra saber o resultado...
Fazendo resumo do livro em holandês, traduzindo pro português com a ajuda do Google
Mas nem só de trabalho duro vive uma pessoa, né? Uns dois finais de semana passados eu convidei alguns amigos pra fazer uma sushi night. Ano passado eu ganhei de presente (agora não lembro se foi no meu aniversário ou no natal e to com preguiça de procurar agora) um kit pra fazer sushi em casa. Então a gente fez um vaquinha pra comprar os ingredientes e eu enrolei por volta de 200 sushis, alguns nigiris e vários sashimis com o que sobrou do peixe. Ficou delicioso! Todo mundo comeu até não caber mais e ainda sobrou alguns pro meu almoço no dia seguinte. Nunca recebi tantos elogios em um jantar com amigos e pretendo fazer novamente, assim que eu tiver três horas livres pra ficar fazendo rolinhos e mais rolinhos de sushi haha.
Enrolei 30 rolinhos sozinha o que rendeu mais ou menos 200 sushis, comida pra um batalhão!
Agora que as provas passaram e eu já posso respirar aliviada (pelo menos até semana que vem, quando começa o novo bloco), eu posso curtir um pouco a convidada felina de honra que ficará hospedada aqui em casa pelas próximas três semanas enquanto uma amiga está passeando pelo Brasil. Ela é a coisinha mais fofa e peluda e eu estou apaixonada por ela, mas não posso ficar tanto assim porque dentro de três semanas ela vai voltar pra casinha dela e eu vou ter que adotar um pra mim permanentemente porque senão eu entro em depressão.
Toetje é a gatinha mais fofa da Holanda! Ah sim, o nome dela pronuncia tutia, e significa docinho em holandês
Bom, acho que essas foram todas as novidades por enquanto. Vou aproveitar o resto da minha semana sem me preocupar com os estudos porque semana que vem começa um novo bloco e acaba a folga. Gostaria que você me contasse como são/eram suas experiencia com provas, é normal passar pelo estresse e nervosismo que eu passo? Me conte pra eu saber que sou normal e não sou a unica que entro em panico hahaha. E hasta la vista... 





quarta-feira, 7 de novembro de 2012

premio Liebster

Dando uma pequena pausa nos estudos pras provas da faculdade porque a cabeça já tá soltando fumaça e o dedo já deu bolha de tanto fazer resumo (sim, eu sou daquelas que prefere escrever tudo à mão do que digitar, algo me diz que assim eu aprendo melhor) de livro chatos pra caramba que eu nunca mais vou nem passar perto na vida.

Tirei alguns minutinhos do meu tempo pra responder à essa tag, ou selo, ou seja lá como você quiser chamar hahaha. Eu recebi no inicio da semana do blog da Luana, que é um dos blogs que eu mais gosto de ler e acho ela uma pessoa super legal, a gente bate altos papos tanto no Facebook quanto no GTalk e um dia eu ainda quero conhece-la pessoalmente. 

O selo funciona de maneira bem simples, a "blogueira" (odeio esse termo) que for indicada precisa fazer uma listinha com as 11 coisas que a fazem feliz. Então lá vai: (só pra deixar claro, a lista está em ordem aleatória e não em ordem de importância)

1 - Escrever. Acho que isso é uma característica de todo mundo que tem blog, né? Mas eu gosto mesmo do ato de escrever, tanto à mão quanto digitando. Adoro ver palavras se formando. Quando não tenho nada pra fazer eu sempre acabo pegando papel e caneta ou o laptop e fico fazendo listas sem sentido, ou escrevendo sobre algo sem importância. Acho que somente 2% de tudo que eu escrevo vem parar aqui no blog, porque a maior parte são coisas sem sentido e sem a menor lógica, é só mesmo pelo prazer de escrever. As vezes até nomes de gente eu fico escrevendo...devo ter algum problema, só pode hahaha
Prazer sem lógica
2 - Cantar. Essa sempre foi e sempre será a maior paixão da minha vida. Se eu canto bem ou mal não vem ao caso, se a voz ajuda ou não também não é importante. Mas existe algo sobre abrir a boca e formar um som que me fascina e me faz tão leve. Estudo canto desde os 15 anos e pretendo estudar até o dia que eu morrer. Meu sonho já foi ganhar a vida cantando, mas como isso é complicado demais e como eu não quero ganhar a vida sacudindo a bunda pra poder cantar, eu fico feliz só de ter isso como um hobby mesmo e quem sabe daqui um tempo eu não volto a arriscar a ter uma bandinha de novo...
Eu acho que meus vizinhos me odeiam hahaha
3 - Ouvir música. Meu amor por cantar não existiria se eu não fosse completamente apaixonada por música. Não consigo viver sem, mesmo. Se eu saio de casa sem meu mp3 player eu fico até nervosa e quando estou em casa tem SEMPRE música tocando. Sempre, sempre, sempre (a não ser que a tv esteja ligada, o que é raro). Eu gosto de vários estilos musicais e não tenho vergonha de nenhum deles, mas rock e todas suas vertentes sempre vai dominar meu coração. Não me prendo à estilos e nem à artistas, eu ouço música que meche comigo de uma forma que me agrade, até se me fizer triste, desde que eu goste da maneira que aquela tristeza me faça sentir. 
nhouwun

4 - Comer. Pois é, meu sangue mediterrâneo me fez ser uma pessoa fanática por comida. Lógico que a natureza iria combinar isso com genes que gostam de engordar com muita facilidade haha. Na verdade eu normalmente não como muito e como até bastante saudável. Mas isso é só se eu tiver em casa, com as comidas que eu mesma compro e preparo. Mas quando eu tô em algum lugar que tem comida boa eu simplesmente não consigo dizer não. Poucas coisas no mundo me fazem tão feliz quanto uma torta de chocolate ou uma lasanha bem feitinha. Mas na verdade o que eu valorizo muito é o tempero, e isso até as comidas mais simples podem se superar.
Liss feliz é Liss de barriga cheia!

5 - Gatos. Precisa explicar? Eu amo todos eles muito mesmo! Amo cachorros também, mas nada supera a alegria que um gatinho me trás. Outros animais que me fazem feliz são cavalos, coelhos e golfinhos. Mas gatos ainda são os reis do meu universo e em breve eles estarão dominando minha casa também.
Bem assim mesmo

6 - Viajar. Não existe nada melhor do que isso no mundo inteiro. Aliás, acho que grande parte do meu sonho de ser vocalista de uma banda é por causa da possibilidade de poder sair em turnê pelo mundo afora. Mas como isso tem poucas chances de acontecer, o jeito é trabalhar muito pra poder bancar todos os lugares do mundo que eu ainda vou conhecer. 
Porque o importante é tanto o destino quanto a jornada pra se chegar lá

7 - Internet. Eu passo horas e mais horas nela desde 1996, quando minha mãe comprou nosso primeiro computador jurássico com internet discada. Internet mudou minha vida de uma maneira que eu não consigo descrever. Sem ela eu não estaria na Holanda, não teria conhecido várias pessoas maravilhosas e principalmente, nunca teria conhecido meu maridoncio lindo. Então, long live the internet. Eu amo tanto a vida online que estou estudando isso na faculdade e irei passar o resto da minha vida trabalhando com isso, tem que amar muito, né?
Será que foi a internet que sugou minha alma ou a minha alma que sugou a internet? 

8 - Fantasia. Não, não estou falando de roupas pro Halloween. Estou falando de livros e filmes de fantasia que me dão prazer infinito. Eu até brinco que filmes e livros de fantasia, até quando são ruins são bons haha. Eu amo sair desse mundo em que vivemos e ser transportada para outro onde tudo é mágico. Se envolver super poderes então, aí eu apaixono perdidamente. E eu ainda acredito que a coruja que estava trazendo minha carta de aceitação em Hogwarts se perdeu no meio do caminho e um dia a carta ainda chega hehe
Droga, revelei minha identidade secreta!

9 - Barzinhos. Pra mim não existem atividade em grupo mais legal do que sentar em um pub com os amigos e jogar conversa fora.
Porque nenhuma boa história começa com: Lembra daquela vez que a gente foi comer salada?

10 - Shows e festivais. Lógico que uma pessoa que ama tanto música não poderia deixar de amar também ao vivo. Pra mim a satisfação de ir à um show de uma banda querida é tão grande quanto viajar pra lugares exóticos. E vivendo aqui na Europa eu descobri os prazer de ir à festivais. Acho que uma boa parte da minha renda é dedicada à shows e festivais e eu amo tanto as grandes produções de banda gigantes como U2 em grandes arenas, quanto os shows bem intimistas de artistas não tão grandes que fazem shows em pequenos locais. É ao vivo que a mágica acontece e eu já me tornei fã de várias bandas que nunca tinha nem prestado atenção até vê-los ao vivo, assim como também já me decepcionei muito com bandas que amo. 
Incrível como eu sempre saio com cara de boba alegre nas fotos de festivais e shows

11 - Neve. Amo amo amo! Não só a neve mas também os laguinhos congelados e as roupas de inverno. É pra mim a estação mais mágica do ano. Adoro o outono por causa das cores que as árvores ganham, mas odeio a quantidade de vento e chuva do outono holandês. A primavera também é linda, suas flores, os pássaros cantando novamente depois de meses, as árvores voltam a ficar verdes.  O verão holandês só é bom por causa dos festivais e mais nada. Só chove e quando faz calor é um mormaço abafado, odeio! Já o inverno é uma coisa tão linda, quase não chove e eu posso andar sempre empacotada, do jeito que gosto hahaha.
É muito amor por essa coisa branca, fofa e congelada

Bom, agora eu tenho que indicar alguns blogs com menos de 200 seguidores. Como eu não sigo tantos blogs assim, vou indicar só alguns. Mas o selo está aberto pra quem quiser usar, então não se ofenda se eu não mencionei seu blog.