Eu sei que a versão dos Mutantes é melhor, mas eu não resisto à chance de babar pela lindona da Fernanda Takai :-D
Ultimamente eu tenho tido problemas em encontrar motivação pra fazer qualquer coisa que não seja obrigação. Tenho andado desmotivada pra me exercitar, para cuidar do cabelo, para comer direito, para eventos sociais e principalmente para escrever aqui.
Talvez porque a vida ande meio monótona ou talvez porque as obrigações estão tomando todo meu tempo que era pra ser livre e sugando minhas energias. Estou na metade do segundo ano da faculdade, faltam menos de 5 meses pro ano letivo acabar e eu nunca imaginei que fosse ser tão difícil. Está muito mais difícil do que no primeiro ano. Até agora passei em todas as matéria sem recuperação, mas tive que ralar muuuuuuuuuito pra isso e tenho me sentindo esgotada.
Chega final de semana eu só penso em dormir e terminar trabalhos da faculdade e estudar para provas. Não tenho a menor vontade de sair, de ver gente, de fazer coisa legais. O pouco tempo que tenho pra mim, eu quero mais é me enfiar embaixo das cobertas, assistindo um sitcon bestinha agarradinha com meus gatos e meu amore.
Semana passada tive uma semana livre e mal passei perto do laptop, tenho passado tantas horas diárias sentada em frente à ele que não aguento mais olhar pra essa tela. Quando não to pendurada nele por causa da escola eu só o uso pra baixar os sitcons bestinhas pra assistir. Toda minha atividade internética tem sido através do celular, porque dele eu não me canso nunca.
A unica coisa que penso no momento é em julho, julho se tornou meu mês preferido. É o mês da liberdade! De julho ao final de agosto eu só preciso fazer o que gosto e as energias se renovam. E é só isso que tenho em mente no momento, sobreviver os próximos meses para aproveitar minhas 8 semanas de liberdade.
Até lá vou escrevendo aqui quando me sentir inspirada, espero que compreendam minha ausência. Não é nada sério, é só mesmo falta de energia e motivação. Uma hora passa :-D
O ano era 1995 e esse foi o ano que minha mãe colocou tv à cabo lá em casa. Foi nessa época que descobri a lindeza que era ter MTV (nessa época ainda era canal à cabo), canais com 24 horas de filme e séries, muitas séries. Eu posso dizer com toda certeza que 90% do inglês que eu sei eu aprendi com o tanto que séries que assistia nos anos 90. Uma dessas séries era My So-Called Life (que era traduzida pra Minha Vida de Cão). A série passava no Multishow e eu não perdia um episódio. Naquela época eu não entendia nada de temporadas de séries e nem de quantidade de episódio por temporada. Eu achava que o fato do Multishow reprisar o mesmo episódio tantas vezes era por desleixo mesmo. Mal sabia eu que a série já tinha sido cancelada com somente uma temporada com 19 episódios.
A série é estrelada por Claire Danes (Homeland) e Jared Leto (30 Seconds to Mars), entre outros atores brilhantes mas menos conhecidos. Tipo, eu não me identificava com a Angela Chase (personagem principal interpretada pela Claire), eu ERA a Angela. Na verdade eu ainda sou a Angela de uma certa maneira. E o Jordan Catalano (garoto por quem Angela é apaixonada) foi o primeiro amor plantônico que tive na vida. Angela era uma menina de 15 anos super introspectiva, que questionava e filosofava sobre tudo, que era muito insegura consigo mesma, bastante tímida e teimosa. Claire Danes tinha só 15 anos quando interpretou Angela e esse foi um dos motivos da série ter sido cancelada, pois a quantidade de horas que ela precisava trabalhar estavam afetando seus estudos e seus pais decidiram que ela tinha que trabalhar menos. Não vou explica a sinopse da série porque isso acha com 3 segundos no Google.
Fala sério, você também seria completamente apaixonada por ele aos 15 anos
My So-Called Life estreou em 1994 e, como não poderia ser diferente, a série tem toda uma temática grunge. Das roupas dos personagens às musicas que eles escutam, é tudo um paraíso pra pessoas que cresceram nessa época. Como eu disse, eu conheci a série em 95 aos 12 anos. Em 2006 eu finalmente pude baixar a série e assistir por completo. Eu já não era mais uma adolescente nessa época e mesmo assim ainda senti que as situações levantadas pela série eram bem relevantes, atuais e emocionantes. Umas semanas atrás encontrei um tumblr sobre a série e tava conversando com uma amiga minha sobre isso. Me bateu vontade de ver de novo e mais uma vez, aos 30 anos de idade, quase 20 anos depois de ter conhecido a série, eu me emocionei com as situações revelantes e ainda atuais da série. Dessa vez eu percebi que apesar de eu ainda ter muito da Angela dentro de mim, eu pude me identificar muito mais com os pais dela passam na série. Foi a primeira vez que consegui me colocar no lugar deles e perceber o quão relevante os problemas deles são também.
É como se você concordasse em ter uma personalidade só pra facilitar as coisas pras pessoas.
Mas se você parar pra pensar, como saber se é você mesmo?
Foi muito gostoso perceber que eu não gostava da série só por nostalgia, mas porque é realmente boa. Acho uma pena que os seriados voltados pra adolescente (tanto de hoje em dia quanto daquela época) tenham tanto medo de tocar em assuntos tao relevantes sem querer ficar passando lições de moral. A Angela e seus amigos eram adolescentes normais, que cometiam erros e se enfiavam em problemas. Mas tudo na série era tão fluido e natural que fica impossível não se identificar com aqueles sentimentos, e agora que sou adulta eu vejo que os sentimentos dos adultos da série também são naturais e reais. É realmente uma pena que a série não ganhou uma chance de evoluir e ficamos com um gostinho de quero mais pra sempre. Mas ao mesmo tempo, a série vai ser sempre linda do jeito que é sem ter uma oportunidade de ficar decadente ao longo das temporadas.
Uma coisa que eu só fui reparar dessa ultima vez que assisti é no quanto a série é feminista. Tem um episódio que eles fazem uma excursão à um museu e uma menina faz sexo com o segurança do museu. Aí um cara comenta isso com a namorada dele e ela passa um sermão nele de como se fosse um dos amigos homens dele que fizesse a mesma coisa ele acharia o máximo. Então o cara fica todo sem graça e diz "mas eu achei que você odiava ela" e a namorada diz "sim, odeio, mas existem vários motivos pra eu odiar ela, só que a vida sexual dela não é um desses motivos e nem é da minha conta". A série também discute muito como mulheres são ensinadas à odiarem seus corpos e à serem rivais com outras mulheres que consideram mais atraentes. Mas eles não batem só na tecla da sororidade, mas também na da amizade entre homens e mulheres. Também há questionamentos em ralação à relacionamentos abusivos, tanto familiares quanto amorosos. Inclusive essa foi a primeira vez que questionei se o relacionamento da Angela com o Jordan é ou não abusivo.
Outra coisa que a série está anos luz de outras séries até mesmo hoje em dia é na questão da representatividade. Tudo bem que a maioria dos personagens principais sejam brancos (menos o Ricky, mas vou falar mais dele daqui a pouco), mas a escola da Angela é cheia de gente de todas as cores. Tem vários negros, latinos, asiáticos, etc. E eles não estão só no background, eles são personagens com nomes e características. Só não fazem parte dos personagens principais. Tem um episódio em que a Angela está tendo problemas em geometria e é ajudada por uma colega de sala que é negra e só tira nota boa na matéria. Ela não é a colega negra da Angela, ela é a colega da Angela que é boa em geometria. Percebem a diferença? A cor dela não faz a menor diferença, poderia ser qualquer pessoa ali, e é por isso que ela é bem representada ali, porque ela não é um personagem colocado na trama só pra suprir uma cota.
Já o Ricky é um personagem a parte, e o meu preferido depois da Angela. Além dele ser latino, ele se identifica com bissexual. Ele aparece em todos os episódios e é um dos personagens principais. Mais pro final da temporada ele é responsável por dois dos episódios mais maravilhosos da série. Duvido que você consiga assistir à esses episódios sem chorar nenhuma vez.
Outra personagem da série que meche muito comigo é a Rayanne. Eu acho que é porque dos 15 aos 19 eu tive uma amiga muito parecida com ela. Ela transava com todo mundo, bebia muito, usava drogas e não dava a minima pra escola. Ela fazia tudo isso pra esconder problemas muito maiores com os quais ela não sabia lidar e não havia nenhum adulto na vida dela pra ajuda-la com tudo isso. Com o tempo eu fui vendo que a amizade era meio toxica e fui me afastando, mas até hoje eu me pergunto o que aconteceu com ela e torço pra que ela tenha encontrado um caminho bom.
Bom, acho que já falei demais. Corra e vai assistir a série porque eu garanto que vai amar!!!! Se já assistiu, assista de novo porque você vai ver tudo com outra perspectiva. E me conte o que acha/achou dessa série linda que eu amo do fundo do meu coração. Vou deixar vocês com uma musica do Jordan Catalando que provavelmente explica muito sobre minha obsessão por cabelos vermelhos hahahaha
O ano de 2013 acabou e nele aconteceu tanta coisa que achei legal fazer uma daquelas retrospectivas bem clichês e colocar tudo num post só. Tomara que não esqueça de nada importante...
O ano começou comigo na metade do primeiro ano da faculdade. As minhas inseguranças e medos em relação à faculdade estavam começando a ser controladas e eu estava começando a aceitar que eu poderia sim conseguir vencer os obstáculos de estudar em uma língua que eu ainda encontro dificuldades, ser a unica estrangeira na sala e ter uma diferença de quase 10 anos entre eu e meus colegas de sala. Eu entrei pra faculdade achando que não sobreviveria o primeiro bimestre e acabei terminando o primeiro ano com um artigo publicado em um jornal de verdade (fui a unica numa sala de quase 40 pessoas que teve um artigo publicado) e três pontos extras além do máximo de 60 pra passar de ano.
Completei 5 anos morando na Holanda em abril aprendi que não adianta fugir do seus problemas, eles irão te perseguir através do oceano. 2013 também foi o ano que completei 5 anos de relacionamento e finalmente conseguimos fazer a viagem pra Praga que planejávamos desde que completamos 1 ano de casados. Eu contei tudo sobre Praga aqui.
Esse ano fui à vários shows e um festival. Reafirmei amizades antigas e fiz algumas novas amizades. Me surpreendi com pessoas em quem eu não acreditava e me decepcionei com pessoas que considerava muito próximas de mim. Foi um ano em que eu aprendi muito sobre mim mesma e descobri o que quero fazer da minha vida após terminar a faculdade. Desde que comecei o primeiro ano eu estava me sentindo meio sem propósito, como se estivesse fazendo faculdade só pra ter um emprego e não pra ter um futuro. Estava preocupada em ter que passar o resto da minha vida tapando buraco e só me preocupando em ganhar dinheiro. Um dia ainda escrevo um post sobre isso.
No verão viajamos pela primeira vez na vida com um casal de amigos e foi super legal! Fomos pra Grécia, passamos duas semanas fazendo nada na praia e passeando pelos monumentos gregos. Eu ia escrever um post sobre isso, mas como a minha câmera quebrou na viagem eu tive que esperar minha amiga me mandar as fotos dela. Acabou passando muito tempo e eu esqueci completamente de escrever sobre isso. Mas dá pra ver as fotos aqui.
Assim que voltamos de viagem adotamos os maiores amores da minha vida. Contei sobre eles aqui. Quatro meses se passaram, os bebezinhos cresceram e tomaram conta da minha casa e do meu coração. Mal consigo lembrar de como era a vida sem eles esfregando em mim o tempo todo, subindo no laptop quando to tentando estudar, deitando agarradinhos comigo quando to assistindo tv, miando na porta do banheiro quando estou fazendo minhas necessidades ou tomando banho, etc etc etc...Eles me fazem muito feliz e tudo que eu quero é que eles cresçam saudáveis e felizes. Eu amo meus filhotes! Se quiser ver mais fotos e acompanhar o crescimento deles é só clicar aqui: lissincatheaven.tumblr.com
Esse ano eu fiz 30 anos! Sabe o que mudou na minha vida? Absolutamente nada! A unica diferença é que agora eu pago 20 euros a mais todo mês pelo plano de saúde afff. Também deixei de ser ruiva e passei a ser verde e agora estou lutando pra voltar a ser morena, mas o verde insiste em aparecer depois de algumas lavagens mesmo depois de ter passado um castanho bem escuro. Estou começando a acreditar que vou ter que conviver com o cabelo verde até a hora que sair tudo na tesoura hahahaha
Mas a coisa mais legal que aconteceu esse ano foi eu ter subido em um palco pela primeira vez na vida com uma banda e cantado pra um publico!!! Já escrevi um post enorme sobre isso aqui. Foi um dos momentos mais lindos da minha vida e a melhor maneira de fechar um ano cheio de coisas legais. Acho que posso dizer com toda certeza que 2013 foi o melhor ano que tive desde que cheguei na Holanda. Pela primeira vez aprendi a controlar minhas inseguranças, pela primeira vez em 5 anos não precisamos mais contar moedas pra fazer ou comprar coisas que queremos e precisamos, não preciso mais me preocupar com vistos e finalmente estou aprendendo que posso fazer coisas uteis com a minha vida e ser feliz sem comprometer meus sonhos e minha identidade.
Espero que 2014 só continue toda essa onda de coisas boas. Não sou de fazer resoluções de final de ano, mas eu sei que ainda tem muita coisa pra acontecer. Sei lá. é bom terminar o ano com uma vibração legal pra variar. Chega de sentir que a vida é uma merda e que eu não mereço ser feliz!!!
Eu acho que já contei minha relação com canto aqui no blog, mas vou resumir pras pessoas que ainda não sabem. Eu faço aula de canto desde os 15 anos, comecei por influencia das cantoras de rock que eram famosas nos anos 90, principalmente Alanis Morissette e Shirley Manson (vocalista do Garbage). Alias a Shirley me influenciou muito mais do que musicalmente, mas já falei sobre isso aqui.
Quando foi chegando a hora de prestar vestibular eu queria muito fazer faculdade de musica, mas em BH não existia nenhuma faculdade voltada pra pop/rock, só pra musica erudita. Então por conselho da minha professora de canto, eu comecei a fazer aulas de canto lirico pra tentar entrar pra UFMG. Eu tinha 18 anos na época e de até os 24 anos eu continuei estudando canto lirico, cantando em coros, recitais e operas em BH e região. Não consegui passar no vestibular pra UFMG porque sou muito ruim em matérias como matemática, química e física, tentei três vezes mas sempre foi um desafio muito grande aquela prova idiota. Mas continuei fazendo aulas de canto e evoluindo muito, só que o canto lirico não era minha paixão. Eu achava muito legal tudo que fazia, mas o que eu queria mesmo era cantar em uma banda, escrever minhas próprias musicas e fazer shows com essa banda. Sem contar que eu tava meio de saco cheio das picuinhas que rolam no mundo da musica erudita em BH (e acredito que o mesmo acontece em outras cidades também).
Enfim, quando mudei pra Holanda eu estava determinada à seguir meu sonho e cantar em uma banda. Meu plano era fazer faculdade de canto aqui, já que o país tem várias faculdades focadas em rock, pop, metal, jazz, etc. Bom, a vida aconteceu e esses planos não deram certo e hoje em dia eu faço faculdade de Comunicação em Mídia Digital. Mas eu não podia viver com a ideia de parar de cantar, então mais ou menos três anos atrás eu comecei a fazer aulas de canto na escola SKVR. Foi uma longa jornada pra aprender a usar minha voz com técnicas pop/rock e não com os vícios que adquiri com o lirico. Em setembro desse ano eu fui escolhida pra cantar em uma banda com outros estudantes da escola e desde então estamos ensaiando pra uma apresentação que aconteceu ontem à noite.
Foi a primeira apresentação que fiz com uma banda na vida! Tocamos três musicas e teve até direito à backing vocals. Eu estava um pouco nervosa e por isso perdi o controle de algumas notas e um dos guitarristas estava dopado de antibiótico. Foi a primeira vez pra todos nós e eu acho que apesar de umas notas não muito boas, no geral foi tudo lindo. Eu aproveitei bastante e to me sentindo estasiada até agora. Essa é realmente minha maior paixão, é o que eu sempre sonhei em fazer da vida e ontem foi o primeiro passo pra essa jornada. Ainda preciso melhorar muito, mas muito mesmo, mas estou feliz de não deixar o medo ou a insegurança me impedir de fazer o que amo.
O marido filmou tudo mas eu ainda estou decidindo se quero postar ou não, já que está longe de ser perfeito e não sei se estou disposta à lidar com as criticas maldosas (criticas que não são feitas por pura maldade são sempre bem vindas ;-) Mas se muita gente quiser ver é só avisar que talvez eu faça um update e poste aqui.
Tá bom, tá bom, vocês venceram! Aqui está o vídeo, assistam com carinho e não reparem nos deslises, lembrem-se que foi minha primeira vez em cima de um palco uma banda =)
Tá rolando uma brincadeira no Facebook e a fofucha da Laís Tomaz me marcou. Eu raramente faço esse tipo de joguinho do Facebook, mas esse eu achei legal e resolvi postar aqui, primeiro porque queria que mais gente lesse e segundo porque não coube no mural do Facebook hehehehe. Aí vai então, 18 curiosidades sobre mim:
1) A coisa que mais amo no mundo é musica, ouvir musica, fazer musica e principalmente cantar. 2) Sou louca por filmes/livros/series de fantasia, principalmente quando envolvem magia. Pois se for pra ler/assistir histórias "realistas" eu só preciso sair de casa. 3) Meu filme preferido no mundo é Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. 4) Quando eu era adolescente, todas minhas amigas eram apaixonadas pelos Backstreet Boys, Hanson, Daniel Johns, etc e eu era apaixonada pela Shirley Manson (apaixonada mesmo, de escrever o nome dela cheio de coraçãozinhos nos meus cadernos) e por isso tinha medo de ser lésbica... 5) Amo os contos de fada do Andersen e o meu preferido sempre foi a Pequena Sereia. Quando criança eu odiava a versão da Dinsey porque eles transformaram ela numa menina mimada insuportável (sem contar que cagaram no final), mas sempre amei o cabelo dela hahahaha. 6) Eu falo 4 línguas fluentemente, português, inglês, holandês e espanhol e sei ler grego, mas ainda entendo muito pouco. 7) Muitas vezes deixo de comprar coisas que preciso ou de sair com os amigos só pra poder ir à um show ou festival, porque eu amo muito ver musica sendo feita ao vivo. 8) Quando eu era criança eu queria estudar física porque amava muito saber como o mundo funciona, mas daí eu descobri que sou uma negação em matemática. 9) Eu tenho pavor de bonecas, principalmente aquelas que mechem os olhos.....coisa mais assustadora. 10) Outra coisa que tenho pavor são pessoas vestidas de personagens quando não dá pra ver o rosto. Quando fui à Disney Paris dois anos atrás eu dava altos berros porque o Pluto, Mickey, Pato Donald, etc vinham andando na minha direção... 11) Eu sou ambidestra, isso quer dizer que uso as duas mãos pra tudo, inclusive pra escrever. 12) Sou ativista pelos direitos humanos, principalmente quando se trata do direito das mulheres e o direito à educação. Pretendo trabalhar com isso quando terminar a faculdade. 13) Até hoje eu não aceito o fato de que meus gatos não me ajudam a limpar a casa, porque Disney mentiu pra mim??? 14) Quando tinha 15 anos (uns três anos antes dos filmes saírem) eu aprendi a língua Quenya do Tolkien. 15) I'm Batman! 16) Amo absolutamente tudo que a Pixar já produziu, menos Cars...Cars sucks! 17) As vezes eu acho que nunca saí completamente da adolescência. 18) Eu gosto mais de milho verde cozido do que de chocolate!
Quem comentar e/ou curtir (tanto aqui quanto no Facebook), ganha um número de curiosidades pra postar.
Mais um post cabelístico, se não tiver afim é só ir ler outra coisa...
Então, mudei a cor do meu cabelo, e mudei de vida! agora tenho a cabeça verde couve. Tudo aconteceu por acidente, vou contar do inicio. Quando eu fui pra Grécia descobri que sol e água do mar quase que diariamente funciona praticamente como um descolorante pra quem tem cabelo vermelho. Eu cheguei lá com o cabelo vermelhão e fui embora quase ruiva natural. Na verdade eu tava até gostando do vermelho claro porque estava combinando com meu bronzeado e todo mundo tava elogiando. Mas aí a raiz começou a crescer e virou uma budenga horrível.
Antes deu ir pra Grécia meu cabelo tava assim
E assim ele estava quando eu voltei, duas semanas depois
Então, depois de dois anos mantendo o cabelo vermelho, eu decidi que tava cansada de ficar retocando a raiz e resolvi fazer tipo um efeito ombre deixando a raiz escura e ir gradativamente por vermelho. Me pareceu uma ideia genial! Isso me pouparia tanto tempo e dinheiro, só de não mais precisar retocar a raiz eu já ficaria feliz e poderia ainda manter o vermelho no cabelo.
Só que quando fui comprar uma tinta preta, eles só tinham Ebony (que é um preto azulado), a minha ideia era de passar a preta pra quando fosse desbotando ficar mais próximo ao meu tom natural. Mas aí os reflexos azulados da tinta reagiram com o vermelho claro que o cabelo tava e virou verde!
Aí eu tentei fazer o efeito ombre (nessa foto não dá pra ver muito bem os reflexos verdes, mas eles estavam lá)
Aí ficou uma coisa bizarra, a parte de cima preta com reflexos verdes e a parte de baixo vermelha...horrível! Então, depois de muita pesquisa, eu resolvi que o melhor a fazer era pegar o restante da tinta e passar no cabelo todo. Pelo menos ele ficaria preto com reflexos verdes por igual e não com três cores diferentes. Eu demorei pra acostumar com o fato de não mais ter cabelo vermelho (mas eu sei que mais cedo ou mais tarde vou sentir a necessidade de pintar de vermelho novamente, isso sempre acontece periodicamente na minha vida), mas agora eu to achando super legal ter cabelo verde. O marido também tá adorando, ele diz que adora o fato de chegar em casa sem nunca saber que cor de cabelo eu vou ter, já que eu nunca conto pra ele o que to pretendendo fazer. Agora to decidindo se quero continuar com o verde ou se passo um azul, simplesmente porque acho cabelo azul tão lindo. Por enquanto vai ficando verde mesmo, quando chegar a hora de retocar a cor eu decido se continua ou não.
Agora ele tá assim, verde couve hahahaha
E aí, o que você achou da mudança? Ficou melhor, pior, ou pra você tanto fez? Você também já teve algum acidente capilar que acabou ficando legal? Deixe seu comentário pra mim =D
Eu sei que tenho abandonado esse blog, mas queria vir aqui contar sobre ter completado 30 anos =D
Então, nos meus ultimos aniversários eu estava fazendo um esforço enorme pra me sentir confortável com a minha vida, minhas decisões e o fato de estar chegando perto dos 30. Estava realmente com medo do meu aniversário esse ano, achei que iria querer entrar num buraco e me esconder lá pra sempre. Só que o oposto aconteceu! Eu estou me sentindo melhor esse ano do que me senti em pelo menos uns 3 anos. Pela primeira vez em muito tempo eu posso dizer que estou realmente feliz com a minha vida e com a maneira que as coisas aconteceram.
Desde que decidi abandonar a ideia de fazer faculdade de canto e fui estudar comunicação, eu entrei numa fase muito depressiva. Primeiro tive que aprender a lidar com a ideia de que eu não iria conquistar um dos meus maiores objetivos na vida, que era de ter um diploma em canto. Depois tive que decidir o que faria da vida após a faculdade. Só de pensar que eu teria que ficar trancada num escritório de 9 às 5 todo dia, ajudando gente rica a ficar mais rica enquanto eu me sentia um lixo com minhas escolhas, eu já ficava super mal e começava a questionar tudo que estava fazendo.
Só que ao começar o segundo ano da faculdade mês passado, eu já tive que começar minha pesquisa sobre onde quero fazer estágio ano que vem. Foi aí que eu comecei a ver uma luz bem brilhante no final do túnel. Eu decidi que não iria em hipótese alguma trabalhar pra uma grande corporação que só explora das pessoas menos favorecidas pra fazer dinheiro. Então resolvi procurar estágio em alguma ong sem fins lucrativos. Se você é leitor(a) desse blog, já deve saber que eu sou bastante ativistas dos direitos humanos, ainda mais quando se trata dos direitos das mulheres e ao direito à educação. Foi aí que estabeleci meu objetivo maior em tentar trabalhar na área de comunicação da Anistia Internacional. Se eu não consegui uma vaga lá, irei procurar uma outra ong com ideais parecidos.
E é por isso que eu estou tão bem comigo mesma ultimamente. Estou feliz por ter encontrado um novo objetivo de vida e saber que, mesmo que eu nunca realize meu maior sonho, eu ainda posso fazer algo que me dê orgulho de mim mesma. É lógico que eu já passei da fase ingênua de achar que eu posso mudar o mundo, ninguém pode, nem o Obama e as Nações Unidas podem. Não de uma vez só, pelo menos. Mas eu posso colaborar, direta ou indiretamente, pra mudar a vida de uma pessoa que não tem os mesmos privilégios que eu nessa vida. Talvez seja possível mudar a vida de uma família inteira ou até de uma comunidade com necessidades. Toda essa ideia me faz ver um mundo cheio de possibilidade novamente.
Meu aniversário de 30 anos não poderia ter vindo em melhor hora. Que essa nova década me traga inúmeras possibilidades e que eu possa fazer algo que me dê satisfação, mesmo que esse não seja o caminho que eu tinha planejado quando vim morar na Holanda. Eu quero ter a possibilidade de ajudar pessoas, que não têm os mesmos privilégios que eu, à poderem realizar os sonhos delas. Se isso acontecer eu serei uma pessoa realizada.
E pra finalizar umas fotinhas dos presentes que ganhei esse ano:
Ganhei um pacote com cervejas exóticas dos meus colegas de sala
Presentes da sogra e do amore: moletom do Batman, camisa do South Park, óculos novos, botas e um microfone condensador pra poder gravar minhas demos com boa qualidade
Mas o meu maior presente eu recebi quase três meses atrás: Mojito e Midas =D
Olha eu aqui de novo! Quarta-feira voltamos de duas lindas semanas na Grécia, já estou preparando um post sobre isso (ainda to esperando umas fotos pra enfeitar o post), mas hoje eu tenho algo muito mais interessante pra contar. Desde sexta-feira dois novos abitantes vieram encher nossa casinha de alegria. Os nomes deles são Mojito e Midas.
Desde que nos mudamos pra esse apartamento estávamos loucos pra adotar um gatinho. Nosso único medo era que nossas alergias iriam atacar e a gente teria que abrir mão do gato. Aí na metade do ano passado um casal de amigos nossos foi viajar e deixou a gatinha deles aqui pra gente cuidar. Foi um ótimo teste pra saber se a gente poderia aguentar um gato na casa. O nome dela é Toetje (pronuncia Tútia) e ela já ficou aqui em casa três vezes, sempre por um longo período (normalmente três semanas). Foi aí que decidimos que iríamos mesmo adotar um gatinho.
A Toetje
Eu nunca me importei com raça, cor, tamanho, sexo, nada disso. A única coisa que eu queria muito é que fosse bem filhotinho, quanto mais novinho melhor. Eu também sou super contra comprar animais, portanto queria muito que fosse adotado. Então ano passado, depois das férias de verão a gente foi à um abrigo de animais pra encontrar nosso novo companheiro, mas já estávamos meio tarde e não haviam mais filhotinhos. Tinham vários adultos adoráveis, mas eu queria muito mesmo ter um filhotinho. Daí o pessoal do abrigo disse que teríamos que esperar até o fim da primavera (entre maio e junho) pra encontrarmos filhotinhos. Eu fiquei super triste na época, mas resolvemos esperar. Aí, quando chegou a época de adotar esse ano eu fiquei meio receosa porque estávamos pra sair de viagem e não teria ninguém pra cuidar do gatinho. Então mandei um email pra alguns abrigos pra saber que ainda haveriam filhotinhos disponíveis no início de agosto, eles me disseram que eu poderia viajar tranquila porque as ninhadas nasceram super tarde esse ano, já que o inverno foi tão longo.
Então, dois dias depois de voltarmos de viagem, a gente foi ao abrigo adotar nosso gatinho. Eu sempre pensei que dois eram melhor do que um, não acredito nessa história de que gatos são seres solitários. Mas o marido queria adotar só um e depois, se fosse necessário, a gente pegaria um segundo. Só que chegando no abrigo a veterinária disse que gatos que moram em apartamento (que nunca saem pra rua) têm muito problema em se socializar e ao adotar dois juntos os problemas acabam.
Entramos numa sala CHEIA de filhotinhos. Sério mesmo, tinha uns 30 filhotinhos lá. Todos prontos pra serem adotados. O marido se apaixonou imediatamente por um e eu por outro. Não conseguimos escolher e ele também levou em conta o que a veterinária disse e acabamos saindo de lá com os dois. Aqui estão eles:
Midas (com o marido) e Mojito (comigo)
Midas tem 10 semanas e Mojito tem 12, ambos super miúdos e dóceis. Estamos completamente apaixonados por eles, já dormiram na cama com a gente e tudo mais. Minha sogra, que já estava pensando em adotar um gatinho pro netinho que mora com ela (um dia ainda escrevo um post sobre isso), resolveu ir junto só pra ver como os gatinhos de um abrigo são, já que ela nunca esteve em um e sempre teve a impressão que eles seriam doentes, infelizes, etc. Ela foi com a gente só pra olhar mesmo, mas meu sobrinho se apaixonou por uma gatinha e eles acabaram adotando-a também. Resumindo, fomos ao abrigo pra adotar um filhotinho e saímos de lá com três! Como minha sogra vai passar uma semana fora com meu sobrinho, a Loena (pronuncia Luna) vai passar uma semana aqui em casa com a gente. A Loena é da mesma ninhada que o Midas e o Mojito agora é o irmãozinho adotivo deles. Mas agora chega de blábláblá e vamos às fotos, afinal um post sobre gatinhos precisa de muitas fotos, né? hahahaha
Midas apagadão
Midas e Loena fazendo pose pra cartão postal
Mijito dormindo em posições gatais
Stefan e seus novos amigos
Loena e Midas embaixo da mesa
Mojito e Midas embaixo da mesa
Os três dormindo embaixo da mesa
Os três dormindo comigo na cama
E dormindo...
Dormindo de novo...
Os três brincando
Brincando juntinhos
Prevejo que precisarei de um novo sofá em breve
E pra terminar, um vídeo que vai derreter seu coração (a não ser que ele seja de pedra haha). Tínhamos uma mala que rasgou na nossa ultima viagem, a intenção era jogá-la fora, mas o marido teve uma ideia melhor: transformá-la em um playground pra gatos!!!!
Por enquanto é isso, sinta-se livre pra babar o quanto for preciso ;-)
Uma das coisas que o marido e eu mais gostamos de fazer juntos é assistir seriados de TV. A gente gosta muito dos de fantasia, comédia e aventura. Não curtimos os de dramalhão desnecessário e os médicos e eu não suporto os policiais. Todo dia depois do jantar tiramos uma hora pra assistir algo juntos (pra eu descansar um pouco antes de voltar pros estudos). O problema é que por volta de maio e junho todas as séries entram de férias e só voltam em setembro. Então esse é o tempo que a gente usa pra rever séries antigas ou descobrir séries que ainda não conhecíamos.
Então nessas férias, agora que eu tenho tempo pra assistir mais do que um episódio por dia, resolvemos voltar a assistir Game of Thrones desde o início. Também começamos assistir a maravilhosa série Vikings e resolvemos dar uma chance pra Once Upon a Time, só pra ver 'de colé'. E que surpresa agradável eu tive com essa série.
A primeira coisa que me chamou atenção na série foi o como as personagens femininas são retratadas. Acho que é certo falar que Once Upon a Time é uma das sérias mais feministas de todos os tempos. As mulheres da séries são pessoas completas, com sonhos, vontades, personalidades e motivações pra fazer o que fazem. A série tem vários tipos de mulheres, das mais frágeis e femininas até as mais fortes e lutadoras. Mas até as mais frágeis têm algum tipo de habilidade que as tornam fortes, nem que seja um grande poder de argumentação pra conseguir o que quer. O melhor de tudo é que todas as mulheres conseguem atingir seus objetivos por conta própria, lógico que muitas vezes com ajuda (tanto masculina quanto feminina) de outras pessoas, mas nenhuma delas serve o papel de donzela em perigo esperando ser salva. Até personagens que normalmente são representadas com mulheres passivas e desamparadas, como Branca de Neve e Bela Adormecida, nessa série são mulheres fortes que sabem tomar conta de si mesmas. As vezes Branca de Neve é salva pelo príncipe, mas muitas vezes é ela que salva o príncipe de muitos perigos.
Branca de Neve e os anões indo salvar o príncipe
Outra coisa que eu acho muito linda na série é a noção de amizade. Aí também entra os princípios feministas porque a sororidade rola solta na série. As mulheres da série são amigas de verdade (tirando as vilãs, claro), elas se ajudam, elas aceitam uma a outra do jeito que são, elas se amam. Além disso, também rola muita amizade entre homens e mulheres sem 'segundas intenções'. É uma coisa muito linda ver as pessoas trabalhando juntas sem ficar de picuinha ou de planinhos idiotas.
Branca de Neve, Bela Adormecida, Mulan e Emma. Amigas e guerreiras lutando juntas
Eu também gosto bastante do fato que ninguém é simplesmente bom ou simplesmente mal. Todo mundo na série, dos mais bonzinhos aos mais vilões, são capazes de atos de bondade e de fazer coisas horríveis. E todo mundo tem um motivo pra fazer tudo que fazem, tem até um episódio em que a Evil Queen diz que ninguém nasce mau, mas sim se transforma em mau. Eu acho legal isso, é legal ver os episódios sobre o passado de cada personagem e descobrir qual foi a motivação deles pra fazer o que fazem, bom ou ruim.
A coisa que eu menos gosto da série é a sua inconstância. Acho que o time de escritores é muito grande e as vezes a série perde o tato. Tem coisas que acontecem que não fazem muito sentido, é como se só acontecessem porque é necessário pro andamento da história e não porque era como deveria acontecer. Mas não é nada que atrapalhe muito a série e eu ainda acho que os positivos superam os negativos. Eu também acho alguns dos efeitos especiais meio mal feitos, mas talvez a série não tenha uma verba tão grande.
Os vilões que talvez não sejam tão vilões assim...
Enfim, a série é linda, super bem produzida e com histórias que te seguram e te mantem intrigado. Se você gosta de contos de fada, personagens tridimensionais e mulheres fortes, independentes e tão capazes quanto os homens, Once Upon a Time é uma série que com toda certeza vai te agradar. Não dá pra levar tudo à sério, afinal a série é só mesmo pra entretenimento. Estou terminando a segunda temporada agora e já comecei a enlouquecer com a ideia de ter que esperar até setembro pra poder ver a terceira temporada. Por isso eu digo, assista uns episódios e me diz se estou errada ;-)
Como contei no meu post anterior, estou de férias!!! Ainda estou esperando algumas notas, então não sei ainda se peguei alguma recuperação nesse ultimo bloco escolar, mas até segunda ordem eu terei as próximas oito semanas completamente livre!
Mas e agora, o que fazer com tanto tempo livre? Bom, eu demorei uns dias pra me adaptar ao fato de não precisar estudar. Os primeiros dias eu ficava andando pela casa que nem uma barata tonta procurando o que fazer. Então decidi que irei à academia todos os dias agora, cada dia fazer um treinamento diferente. Já vou três vezes por semana normalmente, nesses dias eu dedico tanto à musculação quanto aos exercícios aeróbicos (cardio). Agora eu resolvi que vou manter esses três dias pra musculação e nos outros irei fazer um cardio mais puxado. Duas vezes na semana rola também de ir à aula de spinning, o que me agrada muito. Quero chegar no final dessas férias com mais resistência, força e menos percentual de gordura corporal.
Outra coisa que está nos meus planos é desenterrar meu teclado e voltar a estudar musica. Eu já faço aula de canto e sempre dedico ao menos 45 minutos diários à isso, mas tenho sentido muita falta de tocar um instrumento. E o coitado do meu teclado está ali, só pegando poeira por pura falta de tempo de me dedicar a ele. Então, nas próximas semanas irei estudar teclado todos os dias.
Também tenho duas viagens marcadas. Daqui duas semanas irei passar 15 dias na Grécia novamente. Dessa vez vamos viajar pela primeira vez na vida com um casal de amigos. Estamos super na expectativa, acho que vamos nos divertir muito lá. E no final de agosto passaremos uma semana na ilha de Teschelling, uma das ilhas no norte da Holanda. Iremos com minha sogra e meu sobrinho. Nunca viajei pras ilhas holandesas, dizem que são bem bonitas, veremos.
Então é isso, aproveitar as férias porque nunca precisei tanto delas quanto preciso esse ano. E você, quais são seus planos pras férias?